Arquivos por Categoria: Neurosfera

“Neurosfera” é reunião das contribuições dos neuroblogueiros que gostam de fazer resenhas, opinar e divulgar novidades na linguagem da blogosfera (qualquer semelhança com o artefato homônimo que pode surgir em culturas de células-tronco não é coincidência).

Gentileza gera Gentileza e computação dendrítica em neurônios críticos


Gentileza teria fundamentos genéticos, sugere estudo

AFPPor Rouf Bhat | AFP 

  • Homem ajuda idoso a atravessar uma ponte improvisada sobre a enxurrada que arrastou a estrada entre Leh e Srinagar, na Caxemira indianaHomem ajuda idoso a atravessar uma ponte improvisada sobre a enxurrada que arrastou …

Pessoas dotadas de um certo traço genético são mais gentis e carinhosas do que as demais e esta característica pode ser rapidamente identificada por estranhos, revelou um estudo publicado esta segunda-feira nos Estados Unidos.

Esta variação é relacionada com a ocitocina, gene receptor também conhecido como “hormônio do amor” porque costuma se manifestar nas relações sexuais e incita comportamentos sociais como união e empatia. Leia Mais »

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Sonhos criativos: civilizações galáticas e gripe suína

Há poucos dias, postei sobre uma recente pesquisa envolvendo criatividade e sonhos. Fiz um comentário meio cético, dizendo que se houver relação entre sonhos e solução de problemas, isso provavelmente seria uma exadaptação biológica, mas não a função primordial dos mesmos.
Poucos dias depois, meu inconsciente me prega uma peça, fornecendo um exemplo de sonho criativo (no sentido de produzir associações entre assuntos diversos). No sonho, eu percebi que a fórmula de Drake para probabilidade de existir civilizações tecnológicas na Galáxia envolve o mesmo tipo de raciocínio usado no cálculo da taxa de mortalidade da gripe (suína) pelo Ministério da Saúde do Brasil. Leia Mais »
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Ciência social

29/11/2011 12:30 | Autor: Bernardo Esteves

Ciência social

Não faltam exemplos de como o uso de blogs para a divulgação de resultados de pesquisas traz mais transparência e dinamismo para a prática da ciência. Novos argumentos em favor dos blogs de ciência vêm do estudo feito por uma dupla de economistas americanos que resolveram atacar essa questão com métodos estatísticos. Eles concluíram que posts sobre estudos de sua área aumentam o número de acessos dos artigos abordados, fortalecem a reputação dos autores e parecem influenciar a atitude dos leitores. Leia Mais »

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Será que a teoria de Crick-Mitchison sobre sonhos está correta?

Reproduzido do Blog SEMCIÊNCIA, de Osame Kinouchi:

Pois é, que pena que não havia este experimento quando eu tentei publicar o paper no BBS em 2002…  Stickgold era um dos referees, os outros também não simpatizavam com a teoria de Crick-Mitchison, daí ficou por isso mesmo. Mas, a partir de 2009, Matthew P. Walker elaborou a hipótese de regulação emocional da amigdala , usando explicitamente a ideia de que durante a fase REM a reatividade frente a memórias emocionais seria “esquecida” em vez de reforçada, uma ideia claramente inspirada na Teoria de Aprendizagem Reversa de Crick-Mitchison.

Mas eu ainda acho que os canabinóides tem a ver com esse processo, e os autores do estudo abaixo não falaram isso. Em todo caso, vou mandar o link do paper para o pessoal de Berkeley…

http://arxiv.org/abs/cond-mat/0208590

PS: Este paper foi resubmetido à Behavioral and Brain Sciences
26/11/2011 – 18h50

Sonho pode apagar memórias negativas

SABINE RIGHETTI
DE SÃO PAULO

Qual a receita para apagar uma memória dolorosa? O tempo, claro — incluindo o tempo gasto no sono e nos sonhos. É o que sugere uma pesquisa da Universidade da Califórnia em Berkeley (EUA).

De acordo com os cientistas, os processos químicos cerebrais durante o sonho ajudam a filtrar as experiências emocionais negativas. Leia Mais »

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A Neurobiologia do medo e a política de drogas

É provável que uma das áreas mais prósperas da neurociência atualmente seja a neurobiologia do medo. E uma das políticas menos prósperas de nossos tempos é a proibição arbitrária e intolerante de algumas drogas. E há entre ambas um elo direto, costurado por esta emoção que é crucial para a sobrevivência. Leia Mais »

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Resenha crítica: ‘Muito além do nosso eu’ de Miguel Nicolelis

Autor: Eli Vieira
Publicado originalmente no blog Amálgama.

Em Muito além do nosso eu, de Miguel Nicolelis, somos conduzidos a páginas e mais páginas de um relato exaustivo dos motivos pelos quais o autor está no time correto de neurocientistas. Em algo que lembra aquelas discussões de torcedores do Palmeiras contra torcedores do Corinthians, o autor tenta nos convencer de que os distribucionistas, que acreditam que o cérebro trabalha como um todo integrado de processamento paralelo distribuído em populações de neurônios, ganharão inexoravelmente o debate contra os ingênuos e tolos localizacionistas, que, por acreditarem que existem áreas cerebrais especializadas em certas funções mentais, só podem ser herdeiros da pseudociência de Franz Gall (frenologia), que buscava prever habilidades psicológicas a partir de assimetrias cranianas.

Um exército de metáforas desfila, às vezes num ritmo tão caótico quanto o das tempestades cerebrais de que tanto fala Nicolelis, para nos mostrar que o “reducionismo” está fora de moda e o caminho correto das ciências da mente será o de considerar populações de neurônios como a unidade funcional do cérebro, não o neurônio como tentam nos convencer os desatualizados e obscurantistas livros-texto de neurociência. Leões caçam em bandos, um leão solitário nada pode. A campanha das Diretas Já com multidão de centenas de milhares de manifestantes, que Nicolelis testemunhou in loco, de nada adiantaria se fosse um único manifestante bradando palavras de ordem contra a ditadura militar. E é por isso, além é claro também pelos inúmeros dados experimentais apresentados no livro, que devemos adotar o distribucionismo e suas consequências. Leia Mais »

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Em defesa do cientista viajante

A ciência mundial já foi guiada por umas poucas cabeças pensantes, que atraíam legiões de pupilos e seguidores, com acesso quase que exclusivo ao conhecimento do seu mestre. Como cientista, sua carreira deveria seguir uma única escola científica, o que automaticamente transformava os indivíduos da outra linha de pensamento em opositores, ou mesmo inimigos. Você deveria seguir “religiosamente” seu mestre, sem impor questionamentos, afinal era ele que bebia das fontes científicas primárias espalhadas em bibliotecas pelo mundo e tinha acesso aos outros cientistas. O aspirante a cientista deveria focar-se em absorver o conhecimento que seu mestre paulatinamente lhe oferecia. Com grande sorte, uma vez na vida você teria acesso a um dos grandes pensadores da sua linha, cuja oportunidade deveria agarrar com as duas mãos e fazê-la durar o máximo possível, visando o estabelecimento de um sólido relacionamento profissional.

Jovens pesquisadores brasileiros parecem seguir esta tradição. Este movimento é comparável ao que aconteceu, quando cientistas americanos migraram aos grandes centros europeus; ou no movimento contrário, mais atual, em que asiáticos (principalmente chineses e indianos) tem migrado aos Estados Unidos na busca de conhecimento, acesso a técnicas modernas e financiamento à pesquisa. Não causa mais estranhamento se deparar com artigos encabeçados por sobrenomes tão aparentemente dissonantes quanto “Cheng & Johnson”, mesmo em publicações de altíssimo impacto científico. O panorama atual é de que países como China e Índia tem uma enorme população de cientistas vivendo (e produzindo) em países estrangeiros. O Brasil figura em 3º nessa lista de países com maior número de “cientistas exilados”. Há estimativas de que temos aproximadamente 14 mil cientistas atuando em centros estrangeiros. Parece-me claro que o intercâmbio de experiências e a mobilidade de pessoas tem sido uma importante força motriz da ciência globalizada.

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CRONOTIPOS & CRONOBIOLOGIA

 

Segundo o cronotipo de cada pessoa podemos classificar os indivíduos em matutinosintermediáriosvespertinos. Os indivíduos matutinos apresentam preferência por acordar nas primeiras horas da manhã e encontram dificuldades em manterem-se acordados além do seu horário habitual de dormir, enquanto que os indivíduos vespertinos, por outro lado, preferem as horas tardias de ir para cama e acordar especialmente nos finais de semana, apresentam menor tempo de sono durante a semana (devido a compromissos diários) e maior tempo de sono durante os fins de semana (quando compensam o sono semanal perdido). Por isso, o ciclo vigília/sono de vespertinos é mais irregular e tem baixa eficiência. Além disso, vespertinos utilizam mais cochilos durante o dia, compatível com a privação de sono, e apresentam maiores problemas com a atenção, maiores indisposições emocionais e maior consumo de cafeína do que os matutinos.
A distribuição dos cronotipos na população é mais ou menos a seguinte:

Distribuição de 172 indivíduos de acordo com a pontuação no Questionário de Cronotipo. Modificado de Baehr et al., 2000 Journal Sleep Research v.9 p. 121.

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Softwares gratuitos para análise do Labirinto em Cruz Elevado e Campo Aberto

Embora softwares como o Ethovision permitam a análise de tarefas como o Labirinto em Cruz Elevado (Plus Maze) e o Campo Aberto (Open Field) de forma automatizada, muitos grupos não os utilizam por seu alto custo, ou porque programas de análise automática de vídeos não são otimizados para determinados tipos de análise. Por isso, gostaria de oferecer à comunidade de pessoas que trabalham com essas duas tarefas dois programas gratuitos, de minha autoria: o PlusMZ e o OpenFLD. Leia Mais »

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Direito e Neurociências, Neurodireito: o que é isso?

Quando me perguntam qual a minha formação, respondo que sou graduado em Direito e mestrando em Neurociências pela UFMG. A resposta costuma despertar um misto de espanto e interesse nos interlocutores.

Não deveria causar surpresa, porém, quando se tem em vista a profusão de estudos, na literatura recente, que exploram a interface entre Direito e Neurociências.

Um marco importante disso foi um número do tradicional periódico Philosophical Transactions of the Royal Society B em 2004, especialmente dedicado ao tema. Ali se questionava se haveria sentido em tratar questões de interesse dos juristas a partir da ótica dos neurocientistas. Em 2009, a Behavioral Sciences & the Law fez a mesma pergunta, noutro número especial. Mais do que uma resposta afirmativa, o que se teve foi um pontapé para uma profícua área de estudos.

O campo que hoje se denomina “Law and Neuroscience”, ou ainda, “Neurolaw” (Neurodireito), concentra-se em algumas questões, endereçadas com mais frequência. Leia Mais »

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Ciência Psicodélica no século XXI

Psicodélico – Termo cunhado pelo psiquiatra britânico Humphry Osmond, em carta ao escritor e amigo Aldous Huxley, unindo os termos gregos “ψυχή” (psyche, mind) e “δήλος” (delos, manifesting), resultando em “Que manifesta a mente”

Eles estão de volta à bancada. Depois do uso disseminado pelas massas beatniks e hippies nos anos 60 nos EUA e da forte repressão que se seguiu em todo o mundo, os psicodélicos finalmente reencontraram seu rumo médico-científico, que sofreu muito mais com a proibição do que o uso ilegal por artistas, músicos, psiconautas, curandeiros, xamãs e aventureiros em geral. A escalada científica das substâncias encabeçadas pelo LSD, provavelmente a molécula mais famosa do mundo, fica evidente se examinarmos apenas alguns acontecimentos marcantes da primeira década do admirável século novo: os simpósios psicodélicos que rolaram em Basel, na Suíça; em 2006 comemorando o centenário de Albert Hofmann, pai do LSD e identificador da psilocina e psilocibina, e novamente em 2008, ano em que Hofmann faleceu aos 102 anos. Esta escalada conta também com a publicação de dois artigos surpreendentes pela equipe do pesquisador Roland Griffiths (Johns Hopkins) mostrando que a experiência controlada com psilocibina é capaz de evocar experiências místicas que mudam por completo a vida dos voluntários (Psychopharmacology, 2006 vol. 187 p. 268) e cujos efeitos puderam ser estatisticamente verificados em um estudo com os mesmos sujeitos 14 meses após a experiência com o princípio ativo dos cogumelos mágicos (Journal of Psychopharmacology, 2008 vol. 22 p. 621). Nada que os hippies, beatniks, curandeiros, xamãs e psiconautas não soubessem há décadas (em alguns casos até séculos). Este resultado também já havia sido demontrado em Harvard no início dos anos 60, na famosa tese de doutorado em religião defendida por Walther Pahnke, antes da polêmica expulsão de Tim Leary e Richard Alpert (Ram Dass), que viria a catapultá-los como pais da contracultura psicodélica nos anos seguintes. Ainda assim, re-evidenciar o fato (re-search) com os mais rigorosos e criteriosos métodos da chamada ciência hard-core moderna e publicá-los em revistas de alto impacto é pra chacoalhar mesmo os mais materialistas e reducionistas da área. Pra quem gosta de acompanhar assuntos quando estes chegam ao topo, os psicodélicos já estão lá: no fim de 2009 saiu, pela primeira vez em décadas, um artigo publicado na Science com a palavra “hallucinogen”: a identificação do receptor Sigma-1 como alvo do DMT (Science, 2009 vol. 323 p. 934), princípio ativo de diversas plantas xamânicas da amazônia, sendo a principal uma das duas que formam a combinação conhecida como ayahuasca, ou yagé.

Mas não é só isso. A neurociência que se prepare. Os tempos de abrir a cabeça estão apenas começando. A escalada psicodélica nos laboratórios, básicos e clínicos, consagrou-se no mês de Abril de 2010 na Califórnia, berço do movimento contra-cultura dos anos 60. Foi entre os dias 15 e 18 que a MAPS, Associação Multidisciplinar para Estudos Psicodélicos, conseguiu reunir em San José, próximo de São Francisco, cerca de mil interessados no ramo, de várias partes do mundo. A chegada no congresso já deixava claro que se tratava de um evento ímpar. Hippies de roupas bizarras e cabelos coloridos, dreads e tatuagens dividiam espaço nos auditórios e nos ambientes a céu aberto com pesquisadores engravatados, estudantes, repórteres, médicos e muita gente descontraída. A conferência foi co-organizada pelas instituições parceiras da MAPS: o Conselho sobre Práticas Espirituais (CSP), o Heffter Research Institute e a Beckeley Foundation.

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Meu tio da América (Mon oncle d’Amérique)

Sinopse

O filme conta a história de três personagens, René (Gérard Depardieu) que é um ex-fazendeiro que se torna gerente de uma empresa que passa por um período de corte de funcionários, Janine que é uma atriz talentosa envolvida com um homem casado que conheceu em um dos seus espetáculos e Jean que é um escritor e político em ascenção, insatisfeito com sua vida pessoal e que precisa tomar decisões importantes em sua vida. Durante a trama os atos dos personagens são utilizado para ilustrar as teorias do comportamento humano do professor Henri Laborit que aparece no filme como narrador. O filme que mistura ficção e documentário foi premiado na França e indicado ao oscar de melhor filme estrangeiro em 1981. Leia Mais »

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Um pálido ponto azul

“Não explicar a ciência me parece perverso”

Carl Sagan

Para todos aqueles que além do trabalho diário em sala de aula e laboratórios nos empenhamos para fazer da ciência e do método científico um bem coletivo, o mês de setembro deste ano marcará uma data extremamente representativa. Trinta anos atrás, precisamente num 28 de setembro de 1980, ia ao ar o primeiro capítulo da série Cosmos, do inesquecível Carl Sagan. Leia Mais »

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A Neurociência no fio da navalha

Cena do filme “Laranja Mecânica” de Stanley Kubrick, 1971

Cena do filme “Laranja Mecânica” de Stanley Kubrick, 1971

How likely is it that the society of the future will incorporate the science of control into politics of governing? The answer, we think, will depend heavily on choices people make now.

Scheflin and Opton, The mind Manipulators

Em manifestação recente para a edição de 08 de fevereiro deste ano da revista “New Scientist”, o pesquisador Curtis Bell, da “Oregon Health and Science University”, em seu artigo “Neurons for peace: Take the pledge, brain scientists”, assinalou a importância capital da manifestação dos neurocientistas de todo mundo pelo uso responsável das Neurociências no desenvolvimento de tecnologias.

Passadas décadas, as Neurociências não são mais, desde longe, uma ciência puramente básica, que vê suas aplicações apenas nas mentes dos escritores de ficção científica. Hoje o seu aprimoramento torna clara a sua aplicação em tecnologias médicas e computacionais, mas abre igualmente brechas para o seu mau uso no desenvolvimento de armamentos e tecnologias de controle comportamental.

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Hemisferectomia

Hemisferectomia Este filme é sobre uma menininha que a partir dos três anos começou a apresentar uma epilepsia muito incapacitante, pois ela perdia o controle de todo o seu lado esquerdo do corpo. Depois de diversos exames, verificou-se que o foco da epilepsia estava no hemisfério esquerdo da menina, Jody. Então, após tentarem inúmeros medicamentos sem sucesso, optaram por uma cirurgia polêmica: remover todo o hemisfério direito (exceto as áreas mais fundamentais para sobrevivência, como estruturas envolvidas no controle da respiração e batimento cardíaco, como o tronco encefálico por exemplo) da Jody e encher com líquido. A recuperação da menina foi incrível! E acessando o link e vendo o filme, vocês podem ver como nosso cérebro é plástico, principalmente na infância!

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Usando a LÍNGUA para VER

Using tongue to see Parece impossível, mas é o que está se mostrando possível em experimentos utilizando um equipamento chamado brain port. Ele é baseado em uma câmera que transformam as imagens em impulsos elétricos em um eletrodo colocado na língua. Com treino esse equipamento treina o cérebro que os sinais da língua são visuais, e  eles começam a ser processados em áreas cerebrais visuais.  O vídeo (clique no link para assistir) é uma matéria da CBS News Video que mostra com detalhes como este equipamento funciona, além de apresentar cegos que já utilizam este equipamento experimentalmente!

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Prêmio para melhor post no coNeCte – 2ª edição

Quer divulgar alguma notícia interessante que você leu? Quer escrever sobre neurociências ou divulgar seu trabalho? E que tal, ainda por cima, ganhar R$400,00 reais e a anuidade de 2011?

Está aberta a 2ª edição do Concurso de Melhor Post do blog da SBNeC, o coNeCte. Para participar, basta escrever um post  em qualquer uma das categorias do blog (veja as instruções sobre como enviar posts). Leia Mais »

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