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	<title>Comentários sobre coNeCte</title>
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	<description>Blog da Sociedade Brasileira de Neurociências e Comportamento</description>
	<lastBuildDate>Thu, 16 May 2013 17:57:25 +0000</lastBuildDate>
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	<item>
		<title>Comentário sobre IV Curso e Conferências em Neurociências e Comportamento por Monaliza</title>
		<link>http://blog.sbnec.org.br/2013/05/iv-curso-e-conferencias-em-neurociencias-e-comportamento/comment-page-1/#comment-3128</link>
		<dc:creator>Monaliza</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 May 2013 17:57:25 +0000</pubDate>
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		<description>Queria saber se eu posso fazer a inscrição, pois sou  caloura do curso de Psicologia da UFPB 2013.2.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Queria saber se eu posso fazer a inscrição, pois sou  caloura do curso de Psicologia da UFPB 2013.2.</p>
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	<item>
		<title>Comentário sobre IV Curso e Conferências em Neurociências e Comportamento por Michael Oliveira</title>
		<link>http://blog.sbnec.org.br/2013/05/iv-curso-e-conferencias-em-neurociencias-e-comportamento/comment-page-1/#comment-3127</link>
		<dc:creator>Michael Oliveira</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 May 2013 22:35:45 +0000</pubDate>
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		<description>Caro Alex, o evento é gratuito para estudantes de graduação e pós-graduação! Acesse o link que está disponibilizado que você terá informações mais detalhadas ou acesse no página no facebook: Curso e Conferências em Neurociências e Comportamento!!
Atenciosamente, a coordenação!!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Alex, o evento é gratuito para estudantes de graduação e pós-graduação! Acesse o link que está disponibilizado que você terá informações mais detalhadas ou acesse no página no facebook: Curso e Conferências em Neurociências e Comportamento!!<br />
Atenciosamente, a coordenação!!</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre IV Curso e Conferências em Neurociências e Comportamento por Alex de Castro</title>
		<link>http://blog.sbnec.org.br/2013/05/iv-curso-e-conferencias-em-neurociencias-e-comportamento/comment-page-1/#comment-3126</link>
		<dc:creator>Alex de Castro</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 May 2013 09:48:37 +0000</pubDate>
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		<description>Como eu faço pra me inscrever?. Sou um estudante da Universidade Federal do Ceará, e gostaria muito de participar.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Como eu faço pra me inscrever?. Sou um estudante da Universidade Federal do Ceará, e gostaria muito de participar.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre DEPRESSÃO &amp; ESTIMULAÇÃO MAGNÉTICA TRANSCRANIANA por juliagba</title>
		<link>http://blog.sbnec.org.br/2008/12/depressao-estimulacao-magnetica-transcraniana/comment-page-1/#comment-3124</link>
		<dc:creator>juliagba</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 May 2013 13:57:05 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.sbnec.org.br/?p=463#comment-3124</guid>
		<description>a aplicação do método de estimulação magnética. tel: (51) 3308.5624</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>a aplicação do método de estimulação magnética. tel: (51) 3308.5624</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre DEPRESSÃO &amp; ESTIMULAÇÃO MAGNÉTICA TRANSCRANIANA por juliagba</title>
		<link>http://blog.sbnec.org.br/2008/12/depressao-estimulacao-magnetica-transcraniana/comment-page-1/#comment-3123</link>
		<dc:creator>juliagba</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 May 2013 13:55:28 +0000</pubDate>
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		<description>Mario Lourenço Ritter, o serviço de psiquiatria do Hospital de Clínicas de Porto Alegre pode lhe fornecer mais detalhes sobre o</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Mario Lourenço Ritter, o serviço de psiquiatria do Hospital de Clínicas de Porto Alegre pode lhe fornecer mais detalhes sobre o</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre A pós-graduação produtivista e o processo de alienação. [i] por Caique Fonseca</title>
		<link>http://blog.sbnec.org.br/2013/04/a-pos-graduacao-produtivista-e-o-processo-de-alienacao-i/comment-page-1/#comment-3122</link>
		<dc:creator>Caique Fonseca</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Apr 2013 11:29:51 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.sbnec.org.br/?p=94720#comment-3122</guid>
		<description>Parabéns pelo post!
Quando comecei a ler não estava dando tanta importância, mas confesso que eu estava no mínimo conformado com a situação, talvez até alienado com a forma como a pesquisa brasileira vem sendo conduzida.
Faço doutorado e talvez minha falta de experiência ainda me faça ver esta situação de forma poética ou menos realista, mas o que vejo é que não podemos abominar a forma como a pós-graduação vem sendo conduzida, temos muita coisa a melhorar ainda, mas é preciso compreender que a CAPES teve papel fundamental em nos trazer ao patamar que estamos hoje em numero de publicações. É importante também lembrar que não apenas a quantidade de publicações conta para o conceito do programa, mas também o Qualis da revista na área do programa, isso com certeza muda muita coisa.
Penso que o objetivo principal de qualquer pesquisa é levar melhorias para a qualidade de vida da população. Se pensarmos assim, será que não vale à pena diversificarmos e ampliarmos a conteúdo da pesquisa para áreas que não temos o domínio? Para que desta maneira possamos encontrar resultados mais contundentes? Vejam o exemplo da pesquisadora italiana que coordenou a descoberta do bóson de Higgs, foram mais de 3000 pesquisadores, você acham que ela sabia de tudo o que estava sendo feito?
Temos limites, uns maiores que outros e precisamos unir as cabeças para construir algo melhor para a sociedade.
Passaria a noite aqui escrevendo, mas já está ficando tarde, o próximo passo é pensar como melhorar o sistema de avaliação para que possamos enfatizar a qualidade da publicação e reduzir os gargalos para isso, que não são apenas a CAPES.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Parabéns pelo post!<br />
Quando comecei a ler não estava dando tanta importância, mas confesso que eu estava no mínimo conformado com a situação, talvez até alienado com a forma como a pesquisa brasileira vem sendo conduzida.<br />
Faço doutorado e talvez minha falta de experiência ainda me faça ver esta situação de forma poética ou menos realista, mas o que vejo é que não podemos abominar a forma como a pós-graduação vem sendo conduzida, temos muita coisa a melhorar ainda, mas é preciso compreender que a CAPES teve papel fundamental em nos trazer ao patamar que estamos hoje em numero de publicações. É importante também lembrar que não apenas a quantidade de publicações conta para o conceito do programa, mas também o Qualis da revista na área do programa, isso com certeza muda muita coisa.<br />
Penso que o objetivo principal de qualquer pesquisa é levar melhorias para a qualidade de vida da população. Se pensarmos assim, será que não vale à pena diversificarmos e ampliarmos a conteúdo da pesquisa para áreas que não temos o domínio? Para que desta maneira possamos encontrar resultados mais contundentes? Vejam o exemplo da pesquisadora italiana que coordenou a descoberta do bóson de Higgs, foram mais de 3000 pesquisadores, você acham que ela sabia de tudo o que estava sendo feito?<br />
Temos limites, uns maiores que outros e precisamos unir as cabeças para construir algo melhor para a sociedade.<br />
Passaria a noite aqui escrevendo, mas já está ficando tarde, o próximo passo é pensar como melhorar o sistema de avaliação para que possamos enfatizar a qualidade da publicação e reduzir os gargalos para isso, que não são apenas a CAPES.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre A pós-graduação produtivista e o processo de alienação. [i] por JohnAraujo</title>
		<link>http://blog.sbnec.org.br/2013/04/a-pos-graduacao-produtivista-e-o-processo-de-alienacao-i/comment-page-1/#comment-3121</link>
		<dc:creator>JohnAraujo</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Apr 2013 20:01:40 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.sbnec.org.br/?p=94720#comment-3121</guid>
		<description>Leornardo,

É claro que necessitávamos e ainda necessitamos de estimulo para que a ciência brasileira seja internacional, e para isto é necessário a publicação de artigos. Para foi fundamental a política dor inciada pelos órgãos de fomento e reguladores, mas o que temos hoje é que os fins (publicação) tornou-se o objetivo e o fazer Ciência está sendo colocado em segundo plano.
A multi e interdisciplinariedade é fundamental no fazer ciência, mas esta sua afirmação é uma demonstração que algo está errado:

&quot;Tenho vários amigos que têm a maior dificuldade em entender uma ANOVA e piram quando precisam lidar com modelos lineares ou não lineares mais complexos&quot;

E o problema é bem mais profundo, é uma falta, ou talvez uma ausência, da educação científica no ensino médio, fundamental e porque não dizer na pré-escola.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Leornardo,</p>
<p>É claro que necessitávamos e ainda necessitamos de estimulo para que a ciência brasileira seja internacional, e para isto é necessário a publicação de artigos. Para foi fundamental a política dor inciada pelos órgãos de fomento e reguladores, mas o que temos hoje é que os fins (publicação) tornou-se o objetivo e o fazer Ciência está sendo colocado em segundo plano.<br />
A multi e interdisciplinariedade é fundamental no fazer ciência, mas esta sua afirmação é uma demonstração que algo está errado:</p>
<p>&#8220;Tenho vários amigos que têm a maior dificuldade em entender uma ANOVA e piram quando precisam lidar com modelos lineares ou não lineares mais complexos&#8221;</p>
<p>E o problema é bem mais profundo, é uma falta, ou talvez uma ausência, da educação científica no ensino médio, fundamental e porque não dizer na pré-escola.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre A pós-graduação produtivista e o processo de alienação. [i] por JohnAraujo</title>
		<link>http://blog.sbnec.org.br/2013/04/a-pos-graduacao-produtivista-e-o-processo-de-alienacao-i/comment-page-1/#comment-3120</link>
		<dc:creator>JohnAraujo</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Apr 2013 19:52:41 +0000</pubDate>
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		<description>Edmundo Escrivão Filho

obrigado pelo incentivo

abs
john</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Edmundo Escrivão Filho</p>
<p>obrigado pelo incentivo</p>
<p>abs<br />
john</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre A pós-graduação produtivista e o processo de alienação. [i] por JohnAraujo</title>
		<link>http://blog.sbnec.org.br/2013/04/a-pos-graduacao-produtivista-e-o-processo-de-alienacao-i/comment-page-1/#comment-3119</link>
		<dc:creator>JohnAraujo</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Apr 2013 19:51:45 +0000</pubDate>
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		<description>Jefferson Morais,

Infelizmente esta sua &quot;Nesse tempo de mestrado e doutorado, fiquei impressionado como a maioria dos pós-graduandos tem medo dos orientadores&quot; também vale para os pesquisadores, pois se os pós-graduandos tem medo dos orientadores, os pesquisadores tem medo de perder suas bolsas de produtividades. Assim o silêncio reina no mundo da acadêmia (para minha isto é alienação).</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Jefferson Morais,</p>
<p>Infelizmente esta sua &#8220;Nesse tempo de mestrado e doutorado, fiquei impressionado como a maioria dos pós-graduandos tem medo dos orientadores&#8221; também vale para os pesquisadores, pois se os pós-graduandos tem medo dos orientadores, os pesquisadores tem medo de perder suas bolsas de produtividades. Assim o silêncio reina no mundo da acadêmia (para minha isto é alienação).</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre A pós-graduação produtivista e o processo de alienação. [i] por Edmundo Escrivao Filho</title>
		<link>http://blog.sbnec.org.br/2013/04/a-pos-graduacao-produtivista-e-o-processo-de-alienacao-i/comment-page-1/#comment-3118</link>
		<dc:creator>Edmundo Escrivao Filho</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Apr 2013 19:00:16 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.sbnec.org.br/?p=94720#comment-3118</guid>
		<description>Caro Prof. John Araújo,

Excelente exposição do que está oculto na pós-graduação apresentada oficialmente por grande números de realizações de governantes e dirigentes universitários.

Parabéns! Edmundo Escrivão Filho. USP São Carlos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Prof. John Araújo,</p>
<p>Excelente exposição do que está oculto na pós-graduação apresentada oficialmente por grande números de realizações de governantes e dirigentes universitários.</p>
<p>Parabéns! Edmundo Escrivão Filho. USP São Carlos.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre A pós-graduação produtivista e o processo de alienação. [i] por Jefferson Morais</title>
		<link>http://blog.sbnec.org.br/2013/04/a-pos-graduacao-produtivista-e-o-processo-de-alienacao-i/comment-page-1/#comment-3117</link>
		<dc:creator>Jefferson Morais</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Apr 2013 17:43:36 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.sbnec.org.br/?p=94720#comment-3117</guid>
		<description>Ótimo texto!
Fico muito feliz quando vejo professores/pesquisadores discutindo esse tipo de questão. Com a internet, tem sido fácil perceber que isso não é uma discussão boba de estudantes subversivos, infelizes com o sistema. 

Fiz meu mestrado no Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas (CBPF) e agora estou terminando o doutorado nesta mesma instituição. Quando se estuda a história por trás do CBPF, percebe-se a importância que os fundadores deste centro tiveram para a construção de tudo o que há de pesquisa e pós-graduação no Brasil. Baseado nisso, eu e vários amigos da pós sempre discutimos o papel que o CBPF deveria ter, nos dias de hoje, pra modernizar a pós-graduação no Brasil. Mas sempre esbarramos no mesmo discurso: &quot;é assim porque a CAPES exige&quot;. Alguns professores que defendem as modificações comentam: &quot;Mas a CAPES somos nós, portanto, essa história de exigências da CAPES é furada&quot;.

Com relação à mecanização da produção científica, o problema é que tudo isso é passado de &quot;pai&quot; pra &quot;filho&quot;... Nesse tempo de mestrado e doutorado, fiquei impressionado como a maioria dos pós-graduandos tem medo dos orientadores. Eles aceitam esse sistema sem questionar, até porque, dessa forma, sempre terão bolsas garantidas. Nas exatas a coisa é feia, a galera se preocupa não só com o nome no artigo, mas com a posição do nome no artigo. Parece coisa de criança...
E qualquer um que questione isso, corre o risco de ouvir &quot;ah, você não serve pra pesquisa, acho melhor você trabalhar com ensino e divulgação científica&quot;, como se fossem trabalhos de menor valor e, pior, não fosse possível compatibilizá-las com a pesquisa.
Em um dado momento do meu mestrado, me dei conta de que se eu treinasse um macaco pra apertar os botões certos no computador e deixasse algumas bananas pra ele, o macaco provavelmente publicaria mais do que eu. E isso me deixou muito desmotivado. Foi muito frustrante perceber a mecanização da ciência...

Mas como já disse, fico feliz em ver que essas discussões estão sendo cada vez mais levantadas, em público (que é muito importante), por pesquisadores e professores</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ótimo texto!<br />
Fico muito feliz quando vejo professores/pesquisadores discutindo esse tipo de questão. Com a internet, tem sido fácil perceber que isso não é uma discussão boba de estudantes subversivos, infelizes com o sistema. </p>
<p>Fiz meu mestrado no Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas (CBPF) e agora estou terminando o doutorado nesta mesma instituição. Quando se estuda a história por trás do CBPF, percebe-se a importância que os fundadores deste centro tiveram para a construção de tudo o que há de pesquisa e pós-graduação no Brasil. Baseado nisso, eu e vários amigos da pós sempre discutimos o papel que o CBPF deveria ter, nos dias de hoje, pra modernizar a pós-graduação no Brasil. Mas sempre esbarramos no mesmo discurso: &#8220;é assim porque a CAPES exige&#8221;. Alguns professores que defendem as modificações comentam: &#8220;Mas a CAPES somos nós, portanto, essa história de exigências da CAPES é furada&#8221;.</p>
<p>Com relação à mecanização da produção científica, o problema é que tudo isso é passado de &#8220;pai&#8221; pra &#8220;filho&#8221;&#8230; Nesse tempo de mestrado e doutorado, fiquei impressionado como a maioria dos pós-graduandos tem medo dos orientadores. Eles aceitam esse sistema sem questionar, até porque, dessa forma, sempre terão bolsas garantidas. Nas exatas a coisa é feia, a galera se preocupa não só com o nome no artigo, mas com a posição do nome no artigo. Parece coisa de criança&#8230;<br />
E qualquer um que questione isso, corre o risco de ouvir &#8220;ah, você não serve pra pesquisa, acho melhor você trabalhar com ensino e divulgação científica&#8221;, como se fossem trabalhos de menor valor e, pior, não fosse possível compatibilizá-las com a pesquisa.<br />
Em um dado momento do meu mestrado, me dei conta de que se eu treinasse um macaco pra apertar os botões certos no computador e deixasse algumas bananas pra ele, o macaco provavelmente publicaria mais do que eu. E isso me deixou muito desmotivado. Foi muito frustrante perceber a mecanização da ciência&#8230;</p>
<p>Mas como já disse, fico feliz em ver que essas discussões estão sendo cada vez mais levantadas, em público (que é muito importante), por pesquisadores e professores</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre A pós-graduação produtivista e o processo de alienação. [i] por Leonardo Moraes</title>
		<link>http://blog.sbnec.org.br/2013/04/a-pos-graduacao-produtivista-e-o-processo-de-alienacao-i/comment-page-1/#comment-3116</link>
		<dc:creator>Leonardo Moraes</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Apr 2013 19:01:25 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.sbnec.org.br/?p=94720#comment-3116</guid>
		<description>Prezado John e demais colegas,

Obrigado pelo fórum interessante de discussão de um tema que realmente incomoda a todos nós.
Concordo que existe uma &quot;mecanização&quot; absurda no processo de produção de ciência no Brasil. No entanto, eu preciso discordar de dois pontos que para mim são fundamentais. Por exemplo, precisamos observar a origem deste processo absurdo implantado pelo CNPq e CAPES. Sou um recem-doutor e, por isso, não tenho tanto tempo de caminhada para lembrar de todos os detalhes, mas vamos lá.
A busca por números veio em um momento em que os recursos investidos em pesquisa eram escassos e resultavam no final em planilhas de dados digitadas na gaveta de um pesquisador ou apenas um tese para enfeitar bibliotecas. Sou da opinião (muitos aqui vão querer me bater - hehehe), que se o governo deixasse de investir em novos projetos para forçar a publicação dos dados que ainda são inéditos, nós levaríamos cerca de 5 anos publicando artigos relevantes sem ter acesso a um real a mais. Diante deste cenário, acredito que a CAPES e CNPq acertaram em adotar alguma medida para forçar o retorno do investimento público. Acredito que se nada fosse feito, estaríamos bem atrasados pois não teria sido criada a cultura da publicação, certo? O que acontece agora é que a cultura já foi criada e, portanto, a estratégia da &quot;quantidade&quot; já está ultrapassada. E parece que este entendimento já começa a surgir no MCTI, pelo menos é essa a fala do Ministro Raupp que prega agora a qualidade da produção científica. Pois bem, daí nos depararemos agora com outro grande problema: quantos de nós estamos dispostos a ser avaliados pelo fator H? Sim, pois esta métrica de qualidade está ganhando força para entrar na jogada para substituir as medidas de quantidade. Felizmente, as oportunidades e o próprio interesse dos pesquisadores em gerar produções de qualidade tende a produzir um cenário menos traumático na hora da mudança. No entanto, mesmo não sendo nenhum futurólogo, acredito que haverá &quot;muito grito e ranger de dentes&quot;.
O segundo ponto que discordo do seu comentário refere-se à sua percepção de &quot;divisão do processo de pesquisa&quot;. De fato, existe muita coisa publicada por aí que beira ao absurdo. No entanto, sou favorável àquilo que chamo de &quot;integração de habilidades&quot;. Para ilustrar, vou citar o seu exemplo da estatística, o &quot;carrasco&quot; de muitos profissionais das ciências naturais. Tenho vários amigos que têm a maior dificuldade em entender uma ANOVA e piram quando precisam lidar com modelos lineares ou não lineares mais complexos. Falar em Bayesiana para este pessoal é o mesmo que xingar a mãe. E esta dificuldade não tem que ver com falta de dedicação, e é apenas uma falta de habilidade com números. No entanto, estas pessoas são verdadeiros gênios com outras habilidades. Portanto, não vejo problemas e não vejo promiscuidade em associações de pesquisadores que juntam as suas habilidades para produzir algo legal e de melhor qualidade. Aliás, acredito que alguem que busca um estatístico para estudar o seu problema tende a ter menos pedras no caminho na hora da publicação. E acredito que isto se estende para outros exemplos. 
Enfim, me parece que estas discussões são bem mais densas e complexas do que imaginamos. No entanto, a existência de pessoas preocupadas em sair da inércia, para mim, já é um grande passo.
Abraço a todos

Leonardo Moraes
Bolsista DCR FAPESB/CNPq - Universidade Estadual de Feira de Santana (BA)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Prezado John e demais colegas,</p>
<p>Obrigado pelo fórum interessante de discussão de um tema que realmente incomoda a todos nós.<br />
Concordo que existe uma &#8220;mecanização&#8221; absurda no processo de produção de ciência no Brasil. No entanto, eu preciso discordar de dois pontos que para mim são fundamentais. Por exemplo, precisamos observar a origem deste processo absurdo implantado pelo CNPq e CAPES. Sou um recem-doutor e, por isso, não tenho tanto tempo de caminhada para lembrar de todos os detalhes, mas vamos lá.<br />
A busca por números veio em um momento em que os recursos investidos em pesquisa eram escassos e resultavam no final em planilhas de dados digitadas na gaveta de um pesquisador ou apenas um tese para enfeitar bibliotecas. Sou da opinião (muitos aqui vão querer me bater &#8211; hehehe), que se o governo deixasse de investir em novos projetos para forçar a publicação dos dados que ainda são inéditos, nós levaríamos cerca de 5 anos publicando artigos relevantes sem ter acesso a um real a mais. Diante deste cenário, acredito que a CAPES e CNPq acertaram em adotar alguma medida para forçar o retorno do investimento público. Acredito que se nada fosse feito, estaríamos bem atrasados pois não teria sido criada a cultura da publicação, certo? O que acontece agora é que a cultura já foi criada e, portanto, a estratégia da &#8220;quantidade&#8221; já está ultrapassada. E parece que este entendimento já começa a surgir no MCTI, pelo menos é essa a fala do Ministro Raupp que prega agora a qualidade da produção científica. Pois bem, daí nos depararemos agora com outro grande problema: quantos de nós estamos dispostos a ser avaliados pelo fator H? Sim, pois esta métrica de qualidade está ganhando força para entrar na jogada para substituir as medidas de quantidade. Felizmente, as oportunidades e o próprio interesse dos pesquisadores em gerar produções de qualidade tende a produzir um cenário menos traumático na hora da mudança. No entanto, mesmo não sendo nenhum futurólogo, acredito que haverá &#8220;muito grito e ranger de dentes&#8221;.<br />
O segundo ponto que discordo do seu comentário refere-se à sua percepção de &#8220;divisão do processo de pesquisa&#8221;. De fato, existe muita coisa publicada por aí que beira ao absurdo. No entanto, sou favorável àquilo que chamo de &#8220;integração de habilidades&#8221;. Para ilustrar, vou citar o seu exemplo da estatística, o &#8220;carrasco&#8221; de muitos profissionais das ciências naturais. Tenho vários amigos que têm a maior dificuldade em entender uma ANOVA e piram quando precisam lidar com modelos lineares ou não lineares mais complexos. Falar em Bayesiana para este pessoal é o mesmo que xingar a mãe. E esta dificuldade não tem que ver com falta de dedicação, e é apenas uma falta de habilidade com números. No entanto, estas pessoas são verdadeiros gênios com outras habilidades. Portanto, não vejo problemas e não vejo promiscuidade em associações de pesquisadores que juntam as suas habilidades para produzir algo legal e de melhor qualidade. Aliás, acredito que alguem que busca um estatístico para estudar o seu problema tende a ter menos pedras no caminho na hora da publicação. E acredito que isto se estende para outros exemplos.<br />
Enfim, me parece que estas discussões são bem mais densas e complexas do que imaginamos. No entanto, a existência de pessoas preocupadas em sair da inércia, para mim, já é um grande passo.<br />
Abraço a todos</p>
<p>Leonardo Moraes<br />
Bolsista DCR FAPESB/CNPq &#8211; Universidade Estadual de Feira de Santana (BA)</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre A pós-graduação produtivista e o processo de alienação. [i] por Eduardo Santos</title>
		<link>http://blog.sbnec.org.br/2013/04/a-pos-graduacao-produtivista-e-o-processo-de-alienacao-i/comment-page-1/#comment-3115</link>
		<dc:creator>Eduardo Santos</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Apr 2013 13:43:46 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.sbnec.org.br/?p=94720#comment-3115</guid>
		<description>Prezado John, 
Parabéns pelo texto. Sua reflexão não é somente oportuna, mas fundamentalmente necessária nesse momento. Os &quot;números&quot; que dão crédito à pós-graduação no Brasil não revelam em nada a boa formação de um mestre ou doutor, aliás, tenho minhas dúvidas, assim como vc, que as produções em quantidade, revelam a capacidade científica e crítica do professor/pesquisador.
Para a continuidade da discussão, apresento a seguir algumas considerações acerca do assunto:
1 - Essa avaliação quantitativa da pós-graduação está em muito enfraquecendo a graduação. Os orientadores literalmente esquecem da graduação e extensão para dedicar e atender aos &quot;números&quot; da pós-graduação. Com a graduação fraca, não tenho dúvidas que a pós-graduação será fraca, afinal, de onde vem os alunos da pós, de Marte?
2 - Se as agencias de fomente estão impondo essa política de números, a culpa é nossa, sim, totalmente nossa. As agencias somos nós, fazemos parte disso de forma direta ou indireta. O que seria da CAPES ou CNPq se não fosse os pesquisadores/professores? simplesmente não existiria.
Nós temos a responsabilidade de mudar o processo, um bom começo são as discussões, mas não basta, é necessário ir além.

Eduardo Santos
Professor da Faculdade de Educação Física da Universidade Federal de Goiás.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Prezado John,<br />
Parabéns pelo texto. Sua reflexão não é somente oportuna, mas fundamentalmente necessária nesse momento. Os &#8220;números&#8221; que dão crédito à pós-graduação no Brasil não revelam em nada a boa formação de um mestre ou doutor, aliás, tenho minhas dúvidas, assim como vc, que as produções em quantidade, revelam a capacidade científica e crítica do professor/pesquisador.<br />
Para a continuidade da discussão, apresento a seguir algumas considerações acerca do assunto:<br />
1 &#8211; Essa avaliação quantitativa da pós-graduação está em muito enfraquecendo a graduação. Os orientadores literalmente esquecem da graduação e extensão para dedicar e atender aos &#8220;números&#8221; da pós-graduação. Com a graduação fraca, não tenho dúvidas que a pós-graduação será fraca, afinal, de onde vem os alunos da pós, de Marte?<br />
2 &#8211; Se as agencias de fomente estão impondo essa política de números, a culpa é nossa, sim, totalmente nossa. As agencias somos nós, fazemos parte disso de forma direta ou indireta. O que seria da CAPES ou CNPq se não fosse os pesquisadores/professores? simplesmente não existiria.<br />
Nós temos a responsabilidade de mudar o processo, um bom começo são as discussões, mas não basta, é necessário ir além.</p>
<p>Eduardo Santos<br />
Professor da Faculdade de Educação Física da Universidade Federal de Goiás.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre A pós-graduação produtivista e o processo de alienação. [i] por JohnAraujo</title>
		<link>http://blog.sbnec.org.br/2013/04/a-pos-graduacao-produtivista-e-o-processo-de-alienacao-i/comment-page-1/#comment-3114</link>
		<dc:creator>JohnAraujo</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Apr 2013 22:37:50 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.sbnec.org.br/?p=94720#comment-3114</guid>
		<description>Inácio,

muito boa sua dica. E todos os textos estão abertos para acesso.

Vou dar uma olhada

abs

john</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Inácio,</p>
<p>muito boa sua dica. E todos os textos estão abertos para acesso.</p>
<p>Vou dar uma olhada</p>
<p>abs</p>
<p>john</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre A pós-graduação produtivista e o processo de alienação. [i] por Inacio</title>
		<link>http://blog.sbnec.org.br/2013/04/a-pos-graduacao-produtivista-e-o-processo-de-alienacao-i/comment-page-1/#comment-3113</link>
		<dc:creator>Inacio</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Apr 2013 18:06:37 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.sbnec.org.br/?p=94720#comment-3113</guid>
		<description>Alguém já deu uma olhada na Science dessa semana? 

NTRODUCTION TO SPECIAL ISSUE
INTRODUCTION
Plenty of Challenges for All
Pamela J. Hines, Jeffrey Mervis, Melissa Mccartney, Brad Wible

Why should anyone who is not a scientist care about science education? Professional scientists and educators may find the question insulting. Every culture has struggled to find the most effective ways to teach the uninitiated and translate that learning into productive skills. But if students and parents around the world don&#039;t see the need for a high-quality education in science, technology, engineering, and mathematics (the so-called STEM fields), or mistakenly think that they are already receiving satisfactory teaching in those areas, then calls from the scientific community to improve STEM education will fall on deaf ears.


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Download PowerPoint Slide for Teaching
CREDIT: THINKSTOCK
In this special issue of Science, we have invited experts to tell us what they think are the most important challenges facing science education. Through a mixture of News, Reviews, Perspectives, Education Forums, and an Editorial, we explore the obstacles to progress, be they within the classroom, across the school system, or in the larger social arena. We also offer substantive suggestions on how to proceed. For example, distance education, online simulations as educational aids, and social networking tools are already part of science education. Many university faculty members are working to upgrade centuries-old approaches to instruction. And, with a new emphasis on the practice of science, promising assessment tools are being developed to improve learning.

The challenges covered in this special issue will be familiar to those who have devoted their lives and livelihoods to improving education. There is a huge and expanding literature on these topics and many others not covered in these pages. Yet convincing the public of the importance of STEM education will require more than explaining what the research shows or finding ways to scale up best practices to reach the billions of students who are entitled to a high-quality education. For scientists, advances in science and technology arrive at such a rapid clip that last year&#039;s knowledge barely scratches the surface of what is needed next year. At the same time, larger and more diverse student populations clamor for access to knowledge. Not only will the scientific workforce for the 21st century need skills and knowledge we haven&#039;t even heard of yet, but all global citizens, whether in their doctor&#039;s office or in a polling booth, need to be better informed. Turning the fire of the natural curiosity of students into effective, flexible, and well-grounded outcomes will take a concerted effort by many different actors. Among them, scientists must play a central role.

This is another grand challenge, and one that the scientific community ignores at its peril.

Segue abaixo o link do Special Issue:

http://www.sciencemag.org/site/special/education2013/

Recentemente recebi uma negativa de financiamento do CNPq, mesmo o acessor tendo feito vários elogios ao projeto enviado, parece que vale mais quantos artigos você publica do que quantos você lê e como embasa suas hipóteses científicas.

E assim o Brasil, continua avançando, leiam a última entrevista do Presidente do CNPq na revista veja. Parece que as ideias dele são diferentes das defendidas pela autor dessa reflexão.

Abraços,

José Inácio Lemos
Professor de Farmacologia e Bioquímica da Faculdade de Medicina Veterinária da Universidade Federal do Pará</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Alguém já deu uma olhada na Science dessa semana? </p>
<p>NTRODUCTION TO SPECIAL ISSUE<br />
INTRODUCTION<br />
Plenty of Challenges for All<br />
Pamela J. Hines, Jeffrey Mervis, Melissa Mccartney, Brad Wible</p>
<p>Why should anyone who is not a scientist care about science education? Professional scientists and educators may find the question insulting. Every culture has struggled to find the most effective ways to teach the uninitiated and translate that learning into productive skills. But if students and parents around the world don&#8217;t see the need for a high-quality education in science, technology, engineering, and mathematics (the so-called STEM fields), or mistakenly think that they are already receiving satisfactory teaching in those areas, then calls from the scientific community to improve STEM education will fall on deaf ears.</p>
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CREDIT: THINKSTOCK<br />
In this special issue of Science, we have invited experts to tell us what they think are the most important challenges facing science education. Through a mixture of News, Reviews, Perspectives, Education Forums, and an Editorial, we explore the obstacles to progress, be they within the classroom, across the school system, or in the larger social arena. We also offer substantive suggestions on how to proceed. For example, distance education, online simulations as educational aids, and social networking tools are already part of science education. Many university faculty members are working to upgrade centuries-old approaches to instruction. And, with a new emphasis on the practice of science, promising assessment tools are being developed to improve learning.</p>
<p>The challenges covered in this special issue will be familiar to those who have devoted their lives and livelihoods to improving education. There is a huge and expanding literature on these topics and many others not covered in these pages. Yet convincing the public of the importance of STEM education will require more than explaining what the research shows or finding ways to scale up best practices to reach the billions of students who are entitled to a high-quality education. For scientists, advances in science and technology arrive at such a rapid clip that last year&#8217;s knowledge barely scratches the surface of what is needed next year. At the same time, larger and more diverse student populations clamor for access to knowledge. Not only will the scientific workforce for the 21st century need skills and knowledge we haven&#8217;t even heard of yet, but all global citizens, whether in their doctor&#8217;s office or in a polling booth, need to be better informed. Turning the fire of the natural curiosity of students into effective, flexible, and well-grounded outcomes will take a concerted effort by many different actors. Among them, scientists must play a central role.</p>
<p>This is another grand challenge, and one that the scientific community ignores at its peril.</p>
<p>Segue abaixo o link do Special Issue:</p>
<p><a href="http://www.sciencemag.org/site/special/education2013/" rel="nofollow">http://www.sciencemag.org/site/special/education2013/</a></p>
<p>Recentemente recebi uma negativa de financiamento do CNPq, mesmo o acessor tendo feito vários elogios ao projeto enviado, parece que vale mais quantos artigos você publica do que quantos você lê e como embasa suas hipóteses científicas.</p>
<p>E assim o Brasil, continua avançando, leiam a última entrevista do Presidente do CNPq na revista veja. Parece que as ideias dele são diferentes das defendidas pela autor dessa reflexão.</p>
<p>Abraços,</p>
<p>José Inácio Lemos<br />
Professor de Farmacologia e Bioquímica da Faculdade de Medicina Veterinária da Universidade Federal do Pará</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre A pós-graduação produtivista e o processo de alienação. [i] por Hindiael Belchior</title>
		<link>http://blog.sbnec.org.br/2013/04/a-pos-graduacao-produtivista-e-o-processo-de-alienacao-i/comment-page-1/#comment-3108</link>
		<dc:creator>Hindiael Belchior</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Apr 2013 20:04:51 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.sbnec.org.br/?p=94720#comment-3108</guid>
		<description>Obrigado pelo texto, John. Sem duvidas, esse é um tema que deve voltar à pauta de discussões.

Concordo que a máxima da produtividade tem guiado a pós-graduação para uma linha de montagem, em detrimento do processo de formação de indivíduos pensantes e críticos.

A questão agora é como passar da filosofia pra experimentação! Como ajustar nossos programas de pós-graduação para formar indivíduos autônomos, que sejam melhores professores que o que nós tivemos?

Olhando para o regulamento do nosso programa de pós-graduação em Psicobiologia (UFRN), vejo elementos de opressão como os que você trouxe no texto. Em particular, um ponto crítico seria a redução do período permitido para a conclusão do doutorado, de quatro anos para três anos e meio. 

Ora, se queremos melhorar a projeção dos nossos trabalhos internacionalmente, deveríamos parear os períodos de formação de doutores no Brasil com os padrões de países &#039;modelo&#039;. Nos Estados Unidos, por exemplo, o tempo para formação de doutores é flexível e varia de quatro a oito anos. O produto desse processo é a geração de trabalhos cientificamente relevantes, feitos por indivíduos autônomos que se formam, na maioria das vezes, preparados para continuar fazendo ciência de alta qualidade. 

O que a CAPES e o CNPq fazem ao permitir a redução do prazo de conclusão do doutorado, e não permitirem a sua extensão (com bolsa!), é limitar a qualidade da ciência brasileira a um nível considerado mínimo em países desenvolvidos. É claro que isso aumenta o número de doutores formados no Brasil. Mas devemos nos perguntar se os meios são justificáveis. Queremos uma linha de produção de doutores?

Tenho certeza que podemos atuar nos nossos programas de pós-graduação por todo Brasil para evitar distorções como esta, e como as que você mesmo citou, reduzindo assim a formação de indivíduos alienados a sua própria produção acadêmica.

Um forte abraço!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Obrigado pelo texto, John. Sem duvidas, esse é um tema que deve voltar à pauta de discussões.</p>
<p>Concordo que a máxima da produtividade tem guiado a pós-graduação para uma linha de montagem, em detrimento do processo de formação de indivíduos pensantes e críticos.</p>
<p>A questão agora é como passar da filosofia pra experimentação! Como ajustar nossos programas de pós-graduação para formar indivíduos autônomos, que sejam melhores professores que o que nós tivemos?</p>
<p>Olhando para o regulamento do nosso programa de pós-graduação em Psicobiologia (UFRN), vejo elementos de opressão como os que você trouxe no texto. Em particular, um ponto crítico seria a redução do período permitido para a conclusão do doutorado, de quatro anos para três anos e meio. </p>
<p>Ora, se queremos melhorar a projeção dos nossos trabalhos internacionalmente, deveríamos parear os períodos de formação de doutores no Brasil com os padrões de países &#8216;modelo&#8217;. Nos Estados Unidos, por exemplo, o tempo para formação de doutores é flexível e varia de quatro a oito anos. O produto desse processo é a geração de trabalhos cientificamente relevantes, feitos por indivíduos autônomos que se formam, na maioria das vezes, preparados para continuar fazendo ciência de alta qualidade. </p>
<p>O que a CAPES e o CNPq fazem ao permitir a redução do prazo de conclusão do doutorado, e não permitirem a sua extensão (com bolsa!), é limitar a qualidade da ciência brasileira a um nível considerado mínimo em países desenvolvidos. É claro que isso aumenta o número de doutores formados no Brasil. Mas devemos nos perguntar se os meios são justificáveis. Queremos uma linha de produção de doutores?</p>
<p>Tenho certeza que podemos atuar nos nossos programas de pós-graduação por todo Brasil para evitar distorções como esta, e como as que você mesmo citou, reduzindo assim a formação de indivíduos alienados a sua própria produção acadêmica.</p>
<p>Um forte abraço!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre A pós-graduação produtivista e o processo de alienação. [i] por paulatiba</title>
		<link>http://blog.sbnec.org.br/2013/04/a-pos-graduacao-produtivista-e-o-processo-de-alienacao-i/comment-page-1/#comment-3107</link>
		<dc:creator>paulatiba</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Apr 2013 19:20:04 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.sbnec.org.br/?p=94720#comment-3107</guid>
		<description>Querido amigo John e colegas, 
Concordo com você e infelizmente vejo com muito pessimismo a possibilidade de qualquer mudança. A situação parece só se agravar, tornando-se um ciclo-vicioso, uma vez que a produtividade industrial-acadêmica já está instalada.
Veja, você expôs aqui as consequências desastrosas da industrialização da pós-graduação no Brasil. Por outro lado, há quem argumente que esta seria ao menos uma forma de aumentar a competitividade científica internacional (em termos de pesquisa).
Vamos pensar então pelo lado da pesquisa, como expôs a Karina em seu post? Será que número de trabalhos publicados significa qualidade? Concordo com ela que não. 
No caso especial das biológicas (que tenho mais contato e posso falar com mais propriedade), observo que nos laboratórios bem sucedidos (esmagadora maioria no exterior), o pesquisador tem uma grande linha de pesquisa desmembrada em projetos menores, e a publicação de um artigo científico somente acontece quando a hipótese for confirmada/negada, através de inúmeros experimentos/técnicas, e não quando o prazo do aluno de mestrado/doutorado termina. No Brasil, no entanto, “cada tese é um paper” (no mínimo um), e isso independe de área, dificuldades encontradas, desenho experimental, financiamento... Ou seja, a pós-graduação foca em prazos e números, e cada vez menos na formação do aluno, enquanto a pesquisa foca em artigos publicados (mais uma vez, números e mais números). Como exemplo absurdo, vejo frequentemente orientadores proibindo (ou mesmo “apenas” desestimulando) seus alunos de participarem de projetos de extensão por considerarem perda de tempo (e claro, não dá status). Acredito sim que o ensino na pós-graduação e a valorização da qualidade na publicação estão relacionadas. Mas o raciocínio deveria ser inverso ao utilizado atualmente. Acredito que quando o aluno tem vivência científica (em todo o seu esplendor, e não só enfurnado dentro de um laboratório industrial), ele é capaz de produzir artigo (no singular ou plural, vai depender de inúmeros fatores) de qualidade e contribuir de maneira significativa para a ciência.
Mas, enquanto o Brasil tiver a pesquisa científica intimamente vinculada com a pós-graduação em termos numéricos, acredito que não teremos competitividade internacional e nem formação de qualidade.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Querido amigo John e colegas,<br />
Concordo com você e infelizmente vejo com muito pessimismo a possibilidade de qualquer mudança. A situação parece só se agravar, tornando-se um ciclo-vicioso, uma vez que a produtividade industrial-acadêmica já está instalada.<br />
Veja, você expôs aqui as consequências desastrosas da industrialização da pós-graduação no Brasil. Por outro lado, há quem argumente que esta seria ao menos uma forma de aumentar a competitividade científica internacional (em termos de pesquisa).<br />
Vamos pensar então pelo lado da pesquisa, como expôs a Karina em seu post? Será que número de trabalhos publicados significa qualidade? Concordo com ela que não.<br />
No caso especial das biológicas (que tenho mais contato e posso falar com mais propriedade), observo que nos laboratórios bem sucedidos (esmagadora maioria no exterior), o pesquisador tem uma grande linha de pesquisa desmembrada em projetos menores, e a publicação de um artigo científico somente acontece quando a hipótese for confirmada/negada, através de inúmeros experimentos/técnicas, e não quando o prazo do aluno de mestrado/doutorado termina. No Brasil, no entanto, “cada tese é um paper” (no mínimo um), e isso independe de área, dificuldades encontradas, desenho experimental, financiamento&#8230; Ou seja, a pós-graduação foca em prazos e números, e cada vez menos na formação do aluno, enquanto a pesquisa foca em artigos publicados (mais uma vez, números e mais números). Como exemplo absurdo, vejo frequentemente orientadores proibindo (ou mesmo “apenas” desestimulando) seus alunos de participarem de projetos de extensão por considerarem perda de tempo (e claro, não dá status). Acredito sim que o ensino na pós-graduação e a valorização da qualidade na publicação estão relacionadas. Mas o raciocínio deveria ser inverso ao utilizado atualmente. Acredito que quando o aluno tem vivência científica (em todo o seu esplendor, e não só enfurnado dentro de um laboratório industrial), ele é capaz de produzir artigo (no singular ou plural, vai depender de inúmeros fatores) de qualidade e contribuir de maneira significativa para a ciência.<br />
Mas, enquanto o Brasil tiver a pesquisa científica intimamente vinculada com a pós-graduação em termos numéricos, acredito que não teremos competitividade internacional e nem formação de qualidade.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre A pós-graduação produtivista e o processo de alienação. [i] por JohnAraujo</title>
		<link>http://blog.sbnec.org.br/2013/04/a-pos-graduacao-produtivista-e-o-processo-de-alienacao-i/comment-page-1/#comment-3106</link>
		<dc:creator>JohnAraujo</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Apr 2013 12:22:53 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.sbnec.org.br/?p=94720#comment-3106</guid>
		<description>Olá Cesar,

veja que a Karina já indicou algumas coisas que ela já havia escrito, &quot;http://prismacientifico.wordpress.com/2012/05/22/contabilidade-da-producao-cientifica-x-formacao-do-pos-graduando/&quot;. Estou recebendo algumas sugestões diretamente, e logo irei colocar aqui no blog.
abs
john</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Cesar,</p>
<p>veja que a Karina já indicou algumas coisas que ela já havia escrito, &#8220;http://prismacientifico.wordpress.com/2012/05/22/contabilidade-da-producao-cientifica-x-formacao-do-pos-graduando/&#8221;. Estou recebendo algumas sugestões diretamente, e logo irei colocar aqui no blog.<br />
abs<br />
john</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre A pós-graduação produtivista e o processo de alienação. [i] por Karina Possa Abrahao</title>
		<link>http://blog.sbnec.org.br/2013/04/a-pos-graduacao-produtivista-e-o-processo-de-alienacao-i/comment-page-1/#comment-3105</link>
		<dc:creator>Karina Possa Abrahao</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Apr 2013 00:03:42 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.sbnec.org.br/?p=94720#comment-3105</guid>
		<description>Oi Prof. John, essa discussão é mais e mais frequente em todos as Universidades que frequento. Até mesmo nas bancas de admissão de pós-garduandos ou de defesa de tese existe uma nuvem sobre o que de fato deve ser avaliado.
Há um tempo também escrevi um post sobre a contabilidade da ciência e a formação do pós-garduando. Quanto mais conversarmos mais sugestões de como melhorar essa realidade podem surgir.

http://prismacientifico.wordpress.com/2012/05/22/contabilidade-da-producao-cientifica-x-formacao-do-pos-graduando/</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi Prof. John, essa discussão é mais e mais frequente em todos as Universidades que frequento. Até mesmo nas bancas de admissão de pós-garduandos ou de defesa de tese existe uma nuvem sobre o que de fato deve ser avaliado.<br />
Há um tempo também escrevi um post sobre a contabilidade da ciência e a formação do pós-garduando. Quanto mais conversarmos mais sugestões de como melhorar essa realidade podem surgir.</p>
<p><a href="http://prismacientifico.wordpress.com/2012/05/22/contabilidade-da-producao-cientifica-x-formacao-do-pos-graduando/" rel="nofollow">http://prismacientifico.wordpress.com/2012/05/22/contabilidade-da-producao-cientifica-x-formacao-do-pos-graduando/</a></p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre A pós-graduação produtivista e o processo de alienação. [i] por Cesar Coelho</title>
		<link>http://blog.sbnec.org.br/2013/04/a-pos-graduacao-produtivista-e-o-processo-de-alienacao-i/comment-page-1/#comment-3104</link>
		<dc:creator>Cesar Coelho</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Apr 2013 20:18:57 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.sbnec.org.br/?p=94720#comment-3104</guid>
		<description>Prof. John,

Este seu texto vem em boa hora. Também tenho planejado escrever sobre a organização da nossa pós-graduação (embora ainda tenha que me informar de alguns detalhes) em decorrência de conversas com alguns amigos de áreas fora das neurociências vieram me perguntar sobre minha satisfação com o doutorado ou com a vida acadêmica, comparando-a com o que eu poderia estar fazendo/ganhando fora dela. 

Gostaria de lhe perguntar se você tem propostas ou rascunhos de propostas para mudar este quadro, no mínimo, desestimulante da pós-graduação (penso que a alienação seja parte desse quadro).
Podem ser propostas no nível local (aplicáveis à sua universidade ou dpto), ou nível nacional, como propostas de uma melhor regulamentação da pós-graduação pela CAPES.
Se voce (ou qualquer outro leitor) tiver tais propostas, gostaria muito de saber e discutir sobre elas!

abraço,

Cesar</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Prof. John,</p>
<p>Este seu texto vem em boa hora. Também tenho planejado escrever sobre a organização da nossa pós-graduação (embora ainda tenha que me informar de alguns detalhes) em decorrência de conversas com alguns amigos de áreas fora das neurociências vieram me perguntar sobre minha satisfação com o doutorado ou com a vida acadêmica, comparando-a com o que eu poderia estar fazendo/ganhando fora dela. </p>
<p>Gostaria de lhe perguntar se você tem propostas ou rascunhos de propostas para mudar este quadro, no mínimo, desestimulante da pós-graduação (penso que a alienação seja parte desse quadro).<br />
Podem ser propostas no nível local (aplicáveis à sua universidade ou dpto), ou nível nacional, como propostas de uma melhor regulamentação da pós-graduação pela CAPES.<br />
Se voce (ou qualquer outro leitor) tiver tais propostas, gostaria muito de saber e discutir sobre elas!</p>
<p>abraço,</p>
<p>Cesar</p>
]]></content:encoded>
	</item>
</channel>
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