No final do ano passado foi veiculada a campanha Ciência vale a pena , promovida pelo Instituto Ciência Hoje (ICH) e pela Rede Globo. São oito filmes de 30 segundos cada, com o objetivo de mostrar o quanto a ciência pode estar próxima do dia a dia de várias pessoas, de diferentes idades e graus de interesse pelo assunto.
Segundo Roberto Lent, um dos responsáveis pela campanha: “O estereótipo do cientista é quase sempre o mesmo: uma pessoa distante, sempre ocupada com suas idéias, um ser diferente dos outros devido sua genialidade“. Desta forma, estes vídeos tentam mudar esta concepção e procuram estimular o interesse da sociedade pela ciência, colocando a carreira científica como opção real e verdadeira. Além disto, esta necessidade de aproximação entre ciência e a vida das pessoas, nos mostra o quanto é importante a divulgação científica.
Veja alguns deles:
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Se você já fez um curso de neurofisiologia, com certeza já ouviu falar de Phineas Gage (1823-1860). Operário de uma empresa de trilhos de trem, ele sofreu um grave acidente com uma barra de ferro que atravessou seu crânio. Seu acidente provocou estranhas mudanças em sua personalidade e por isso ele é, até hoje, um dos exemplos mais utilizados ao se falar da relação entre cérebro e comportamento.
Em novembro de 2002 foi realizado em 13 estados brasileiros (Bahia, Ceará, Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais, Pará, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Rio Grande do Norte, Santa Catarina e São Paulo) o Estudo da Vida Sexual do Brasileiro, sob a coordenação da Dra Carmita Abdo, que junto com sua equipe multidisciplinar entrevistou 7103 indivíduos maiores de 18 anos e, com base nas respostas fornecidas às 87 questões do questionário, evidenciou os hábitos de vida e de tendências, preferências e práticas sexuais de nosso país.


Porque a maioria das pessoas ainda acredita, mesmo que inconscientemente, na separação entre mente e corpo, o chamado dualismo. Afinal, como a carne pode pensar? Um evento tão complexo e abstrato como o pensamento não pode ser simplesmente cerebral, celular, enfim, material.
Quem nunca se viu numa situação dessas?