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	<title>Comentários sobre: Ciência Psicodélica no século XXI</title>
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	<description>Blog da Sociedade Brasileira de Neurociências e Comportamento</description>
	<lastBuildDate>Fri, 10 Feb 2012 23:16:08 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Por: Diversão com cogumelos &#171; Plantando Consciência &#8211; Desperte a sua</title>
		<link>http://blog.sbnec.org.br/2010/07/ciencia-psicodelica-no-seculo-xxi/comment-page-1/#comment-1364</link>
		<dc:creator>Diversão com cogumelos &#171; Plantando Consciência &#8211; Desperte a sua</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Oct 2010 11:03:50 +0000</pubDate>
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		<description>[...] tradução muito mudou referente ao que diz este parágrafo, ao menos pra quem segue de perto os avanços da área. Por outro lado, pouco mudou no (in)consciente coletivo da população em [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] tradução muito mudou referente ao que diz este parágrafo, ao menos pra quem segue de perto os avanços da área. Por outro lado, pouco mudou no (in)consciente coletivo da população em [...]</p>
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		<title>Por: Marina</title>
		<link>http://blog.sbnec.org.br/2010/07/ciencia-psicodelica-no-seculo-xxi/comment-page-1/#comment-1269</link>
		<dc:creator>Marina</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 14 Aug 2010 20:48:55 +0000</pubDate>
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		<description>Acrescentando...
Com relação aos comentários dos colegas, no que diz respeito ao uso da ayauasca fora do seu contexto religioso, assim como de outros psicoativos como o LSD ou a psilocibina fica dificil encontrar uma amostra de usuários foram desse âmbito porque tais substâncias são consideradas ilegais quando manuseadas pelo público em geral. Com isso volto a resaltar, que questões como essa atrasam o conhecimento de muitos outros aspectos da consciência humana.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Acrescentando&#8230;<br />
Com relação aos comentários dos colegas, no que diz respeito ao uso da ayauasca fora do seu contexto religioso, assim como de outros psicoativos como o LSD ou a psilocibina fica dificil encontrar uma amostra de usuários foram desse âmbito porque tais substâncias são consideradas ilegais quando manuseadas pelo público em geral. Com isso volto a resaltar, que questões como essa atrasam o conhecimento de muitos outros aspectos da consciência humana.</p>
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	<item>
		<title>Por: Marina</title>
		<link>http://blog.sbnec.org.br/2010/07/ciencia-psicodelica-no-seculo-xxi/comment-page-1/#comment-1268</link>
		<dc:creator>Marina</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 14 Aug 2010 20:41:38 +0000</pubDate>
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		<description>Muito boa a reportagem! Acho muito importante trazer a discussão do campo de estudos dos psicoativos para as neurociências! 
Manter tal substâncias esquecidas e deixar de estudá-las impede o conhecimento de vários outros segmentos da consciência humana.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Muito boa a reportagem! Acho muito importante trazer a discussão do campo de estudos dos psicoativos para as neurociências!<br />
Manter tal substâncias esquecidas e deixar de estudá-las impede o conhecimento de vários outros segmentos da consciência humana.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Adil</title>
		<link>http://blog.sbnec.org.br/2010/07/ciencia-psicodelica-no-seculo-xxi/comment-page-1/#comment-1260</link>
		<dc:creator>Adil</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Aug 2010 14:04:53 +0000</pubDate>
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		<description>bem muito bom o post, bem aberto e explicativo. 
Uma boa discussão.

Contudo eu não desejo para a minha mente levar esse desequilíbrio provocativo e ameaçador de um droga seja ela qual for. Em nome também de  alguma coisa chamada &quot;religião&quot;, foi isso que eu entendi? e assim alterando o que acontece internamente nas minhas regiões cerebrais. prefiro acreditar que naturalmente consigo os mesmo &quot;desvaneios&quot; aceitando a realidade que está presente, mesmo ela sendo um escape poderoso das minhas mãos. 

não concordo que seja necessário um agente exógeno para criar um padrão que mexe com a homeostase interna do cérebro. para qual o mesmo trabalho do cérebro se equivale, vejo como uma tentativa barata de iludir e deturpar a mente que paga um preço caro, para nos manter em consciência e nos pede que aceitemos a realidade.

minha rápida e barata opinão. 
abraço.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>bem muito bom o post, bem aberto e explicativo.<br />
Uma boa discussão.</p>
<p>Contudo eu não desejo para a minha mente levar esse desequilíbrio provocativo e ameaçador de um droga seja ela qual for. Em nome também de  alguma coisa chamada &#8220;religião&#8221;, foi isso que eu entendi? e assim alterando o que acontece internamente nas minhas regiões cerebrais. prefiro acreditar que naturalmente consigo os mesmo &#8220;desvaneios&#8221; aceitando a realidade que está presente, mesmo ela sendo um escape poderoso das minhas mãos. </p>
<p>não concordo que seja necessário um agente exógeno para criar um padrão que mexe com a homeostase interna do cérebro. para qual o mesmo trabalho do cérebro se equivale, vejo como uma tentativa barata de iludir e deturpar a mente que paga um preço caro, para nos manter em consciência e nos pede que aceitemos a realidade.</p>
<p>minha rápida e barata opinão.<br />
abraço.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: eduardo schenberg</title>
		<link>http://blog.sbnec.org.br/2010/07/ciencia-psicodelica-no-seculo-xxi/comment-page-1/#comment-1251</link>
		<dc:creator>eduardo schenberg</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Aug 2010 22:41:32 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.sbnec.org.br/?p=2828#comment-1251</guid>
		<description>Grande Rafael,

Obrigado pelo comentário e pela crítica. Agradeço as referências recentes, que eu desconhecia.

Talvez meu uso do termo &quot;inequívoca&quot; tenha sido exagerado, mas dizer que &quot;Desde um ponto de vista cientifico, ainda não existem estudos suficientes para afirmar, inequivocamente, que a ayahuasca é segura, e muito menos que pode produzir efeitos terapêuticos de qualquer natureza&quot; não está correto. A questão aqui é ao que você se referiu com &quot;ponto de vista científico&quot;. Se considerarmos apenas trabalhos feitos em laboratório e publicados pelo sistema peer-review, talvez você tenha razão, mas a ciência abrange muito mais que isso. Estudos longitudinais, pesquisas qualitativas e relatos de caso também são evidências científicas, assim como vivências pessoais (e muitas descobertas importantes da medicina surgiram destes relatos populares etc). Se pensarmos de maneira mais abrangente, ha inúmeros estudos em centros como a UDV e diversos relatos de casos de potenciais terapêuticos relacionados com a ayahuasca, mesmo que estes não estejam publicados e não tenham sido obtidos em laboratórios (você provavelmente conhece mais desses relatos sobre a aya que eu). Quanto a ser segura ou não, precisamos lembrar que ser seguro não significa ausência total de riscos. Um exemplo bem simplista: andar de carro é geralmente considerado seguro pela maioria das pessoas, ainda assim todos sabemos que acidentes gravíssimos podem acontecer. Quando eu disse que o uso de ayahuasca é seguro queria passar exatamente esta mensagem. Não é uma droga perigosa, como muitos pensam e propõe, mas acidentes podem eventualmente ocorrer, principalmente quando não se conhece e não se respeita o contexto de uso. Exatamente por isso, tentar separar os efeitos da aya de seu contexto (que não é apenas o religioso que predomina no Brasil com o santo daime, UDV etc, mas vários contextos xamânicos-medicinais existem em outros países e também por aqui) pode ser um erro grave. Como bem argumenta Andrew Weil na palestra que traduzi e linkei ao final do post, os problemas da ciência psicodélica em seu início foram principalmente devido a esta dicotomia teórica, que não existe na prática. A planta não existe fora de seu contexto, e tentar buscar efeitos dos fármacos que sejam independentes do contexto (e vice versa) pode nos levar a repetir os erros do passado. É justamente ao entender a associação direta entre droga/contexto que poderemos desenhar experimentos bem feitos que nos permitam estudar os efeitos que ocorrem na realidade de consumo mundo afora. Não nos esqueçamos e nem menosprezemos a importância do &quot;set and setting&quot;, indissociáveis como o yin e o yang.

O resultado com fetos de rato não é surpreendente, uma vez que a gestação é um momento delicadíssimo e mesmo café ou chocolate não são recomendados a gestantes por muitos pediatras. Ainda assim o aviso é importante e gostaria de relembrar que no texto eu me referia apenas a descobertas e fatos que se aplicam a adultos, não tendo me referido a crianças, nenês etc, mas esse é um cuidado essencial com relação a este assunto de uso de substâncias psicotrópicas em geral.

Por fim, concordo plenamente que muitos outros estudos são necessários!!

abraço</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Grande Rafael,</p>
<p>Obrigado pelo comentário e pela crítica. Agradeço as referências recentes, que eu desconhecia.</p>
<p>Talvez meu uso do termo &#8220;inequívoca&#8221; tenha sido exagerado, mas dizer que &#8220;Desde um ponto de vista cientifico, ainda não existem estudos suficientes para afirmar, inequivocamente, que a ayahuasca é segura, e muito menos que pode produzir efeitos terapêuticos de qualquer natureza&#8221; não está correto. A questão aqui é ao que você se referiu com &#8220;ponto de vista científico&#8221;. Se considerarmos apenas trabalhos feitos em laboratório e publicados pelo sistema peer-review, talvez você tenha razão, mas a ciência abrange muito mais que isso. Estudos longitudinais, pesquisas qualitativas e relatos de caso também são evidências científicas, assim como vivências pessoais (e muitas descobertas importantes da medicina surgiram destes relatos populares etc). Se pensarmos de maneira mais abrangente, ha inúmeros estudos em centros como a UDV e diversos relatos de casos de potenciais terapêuticos relacionados com a ayahuasca, mesmo que estes não estejam publicados e não tenham sido obtidos em laboratórios (você provavelmente conhece mais desses relatos sobre a aya que eu). Quanto a ser segura ou não, precisamos lembrar que ser seguro não significa ausência total de riscos. Um exemplo bem simplista: andar de carro é geralmente considerado seguro pela maioria das pessoas, ainda assim todos sabemos que acidentes gravíssimos podem acontecer. Quando eu disse que o uso de ayahuasca é seguro queria passar exatamente esta mensagem. Não é uma droga perigosa, como muitos pensam e propõe, mas acidentes podem eventualmente ocorrer, principalmente quando não se conhece e não se respeita o contexto de uso. Exatamente por isso, tentar separar os efeitos da aya de seu contexto (que não é apenas o religioso que predomina no Brasil com o santo daime, UDV etc, mas vários contextos xamânicos-medicinais existem em outros países e também por aqui) pode ser um erro grave. Como bem argumenta Andrew Weil na palestra que traduzi e linkei ao final do post, os problemas da ciência psicodélica em seu início foram principalmente devido a esta dicotomia teórica, que não existe na prática. A planta não existe fora de seu contexto, e tentar buscar efeitos dos fármacos que sejam independentes do contexto (e vice versa) pode nos levar a repetir os erros do passado. É justamente ao entender a associação direta entre droga/contexto que poderemos desenhar experimentos bem feitos que nos permitam estudar os efeitos que ocorrem na realidade de consumo mundo afora. Não nos esqueçamos e nem menosprezemos a importância do &#8220;set and setting&#8221;, indissociáveis como o yin e o yang.</p>
<p>O resultado com fetos de rato não é surpreendente, uma vez que a gestação é um momento delicadíssimo e mesmo café ou chocolate não são recomendados a gestantes por muitos pediatras. Ainda assim o aviso é importante e gostaria de relembrar que no texto eu me referia apenas a descobertas e fatos que se aplicam a adultos, não tendo me referido a crianças, nenês etc, mas esse é um cuidado essencial com relação a este assunto de uso de substâncias psicotrópicas em geral.</p>
<p>Por fim, concordo plenamente que muitos outros estudos são necessários!!</p>
<p>abraço</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Rafael G. dos Santos</title>
		<link>http://blog.sbnec.org.br/2010/07/ciencia-psicodelica-no-seculo-xxi/comment-page-1/#comment-1245</link>
		<dc:creator>Rafael G. dos Santos</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Jul 2010 18:16:47 +0000</pubDate>
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		<description>Parabéns pelo texto. O único comentário/crítica que gostaria de dizer diz respeito à seguinte frase: “Tomados coletivamente, os resultados mostram de forma inequívoca que a ayahuasca é segura... não causando danos a saúde e melhorando indicadores de saúde psicológica individual, coletiva e de relações sociais e familiares, na grande maioria dos casos. A excessão fica aos casos de antecedentes psicóticos e propensão a distúrbios mentais, nos quais o chá pode desencadear surtos psiquiátricos latentes.” Desde um ponto de vista cientifico, ainda não existem estudos suficientes para afirmar, inequivocamente, que a ayahuasca é segura, e muito menos que pode produzir efeitos terapêuticos de qualquer natureza. Além disso, os efeitos benéficos relatados podem, potencialmente, ser derivados do contexto religioso e comunitário onde se consome a ayahuasca, e não relacionados com a substância. O estudo em questão foi realizado em uma amostra de pessoas que já estavam adaptadas à ayahuasca, ou seja, simplesmente não sabemos o que acontece – se é que realmente ocorre – com pessoas que tomam ayahuasca e tem reações adversas sérias e nunca mais voltam a participar dos rituais. Ou seja, estamos falando de uma amostra pré-selecionada, com um viés, positivo, em relação à ayahuasca. Necessitamos mais estudos clínicos e epidemiológicos para poder responder, com qualidade mais clareza, se a ayahuasca produz ou não certos danos ou benefícios. E em relação aos casos de surtos psicóticos, vale lembrar que existe um caso publicado de um jovem sem “antecedentes psicóticos e propensão a distúrbios mentais” ou “surtos psiquiátricos latentes” que passou surtos psicóticos com ayahuasca (http://bjp.rcpsych.org/cgi/eletters/190/1/81-a#22556). Vale lembrar, também, que existe o risco, potencial, de toxicidade da ayahuasca para fetos, segundo relatado em um recente estudo em ratos (Maternal and Developmental Toxicity of Ayahuasca in Wistar Rats, Birth Defects Research (Part B), 89:207-12, 2010). Claro, ratos não são seres humanos, mas mais estudos são necessários antes de afirmações tão contundentes como “resultados mostram de forma inequívoca que a ayahuasca é segura... não causando danos a saúde”.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Parabéns pelo texto. O único comentário/crítica que gostaria de dizer diz respeito à seguinte frase: “Tomados coletivamente, os resultados mostram de forma inequívoca que a ayahuasca é segura&#8230; não causando danos a saúde e melhorando indicadores de saúde psicológica individual, coletiva e de relações sociais e familiares, na grande maioria dos casos. A excessão fica aos casos de antecedentes psicóticos e propensão a distúrbios mentais, nos quais o chá pode desencadear surtos psiquiátricos latentes.” Desde um ponto de vista cientifico, ainda não existem estudos suficientes para afirmar, inequivocamente, que a ayahuasca é segura, e muito menos que pode produzir efeitos terapêuticos de qualquer natureza. Além disso, os efeitos benéficos relatados podem, potencialmente, ser derivados do contexto religioso e comunitário onde se consome a ayahuasca, e não relacionados com a substância. O estudo em questão foi realizado em uma amostra de pessoas que já estavam adaptadas à ayahuasca, ou seja, simplesmente não sabemos o que acontece – se é que realmente ocorre – com pessoas que tomam ayahuasca e tem reações adversas sérias e nunca mais voltam a participar dos rituais. Ou seja, estamos falando de uma amostra pré-selecionada, com um viés, positivo, em relação à ayahuasca. Necessitamos mais estudos clínicos e epidemiológicos para poder responder, com qualidade mais clareza, se a ayahuasca produz ou não certos danos ou benefícios. E em relação aos casos de surtos psicóticos, vale lembrar que existe um caso publicado de um jovem sem “antecedentes psicóticos e propensão a distúrbios mentais” ou “surtos psiquiátricos latentes” que passou surtos psicóticos com ayahuasca (<a href="http://bjp.rcpsych.org/cgi/eletters/190/1/81-a#22556" rel="nofollow">http://bjp.rcpsych.org/cgi/eletters/190/1/81-a#22556</a>). Vale lembrar, também, que existe o risco, potencial, de toxicidade da ayahuasca para fetos, segundo relatado em um recente estudo em ratos (Maternal and Developmental Toxicity of Ayahuasca in Wistar Rats, Birth Defects Research (Part B), 89:207-12, 2010). Claro, ratos não são seres humanos, mas mais estudos são necessários antes de afirmações tão contundentes como “resultados mostram de forma inequívoca que a ayahuasca é segura&#8230; não causando danos a saúde”.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Bia Labate &#187; Texto sobre conferência do MAPS no blog da Sociedade Brasileira de Neurociência e Comportamento</title>
		<link>http://blog.sbnec.org.br/2010/07/ciencia-psicodelica-no-seculo-xxi/comment-page-1/#comment-1241</link>
		<dc:creator>Bia Labate &#187; Texto sobre conferência do MAPS no blog da Sociedade Brasileira de Neurociência e Comportamento</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Jul 2010 07:38:47 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.sbnec.org.br/?p=2828#comment-1241</guid>
		<description>[...] http://blog.sbnec.org.br/2010/07/ciencia-psicodelica-no-seculo-xxi/#more-2828      &#171; Site do NEIP publica tese de Doutorado sobre consumo da ayahuasca por índios Guarani no sul do Brasil [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] <a href="http://blog.sbnec.org.br/2010/07/ciencia-psicodelica-no-seculo-xxi/#more-2828" rel="nofollow">http://blog.sbnec.org.br/2010/07/ciencia-psicodelica-no-seculo-xxi/#more-2828</a>      &laquo; Site do NEIP publica tese de Doutorado sobre consumo da ayahuasca por índios Guarani no sul do Brasil [...]</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Lulu</title>
		<link>http://blog.sbnec.org.br/2010/07/ciencia-psicodelica-no-seculo-xxi/comment-page-1/#comment-1240</link>
		<dc:creator>Lulu</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Jul 2010 02:24:37 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.sbnec.org.br/?p=2828#comment-1240</guid>
		<description>Mto bom e mto bem escrito!! Se eu tivesse Wordpress eu votava nele!!!

Parabéns &#039;quase-doutor&#039;!! Sucesso!!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Mto bom e mto bem escrito!! Se eu tivesse WordPress eu votava nele!!!</p>
<p>Parabéns &#8216;quase-doutor&#8217;!! Sucesso!!</p>
]]></content:encoded>
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