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	<title>Comentários sobre: A ressonância magnética funcional e suas discussões</title>
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	<description>Blog da Sociedade Brasileira de Neurociências e Comportamento</description>
	<lastBuildDate>Fri, 10 Feb 2012 23:16:08 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Por: Ariane</title>
		<link>http://blog.sbnec.org.br/2009/02/a-ressonancia-magnetica-funcional-e-suas-discussoes/comment-page-1/#comment-373</link>
		<dc:creator>Ariane</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 06 Sep 2009 14:21:13 +0000</pubDate>
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		<description>Gostaria de saber quais são as vantagens e as desvantagens da ressonância Magnetica fucional? e tambem saber o que a mesma avalia, qual é o procedimento?Qual é a area que a ressonancia mede?

Certa atenção.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Gostaria de saber quais são as vantagens e as desvantagens da ressonância Magnetica fucional? e tambem saber o que a mesma avalia, qual é o procedimento?Qual é a area que a ressonancia mede?</p>
<p>Certa atenção.</p>
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		<title>Por: André M. Cravo</title>
		<link>http://blog.sbnec.org.br/2009/02/a-ressonancia-magnetica-funcional-e-suas-discussoes/comment-page-1/#comment-42</link>
		<dc:creator>André M. Cravo</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 Feb 2009 14:49:15 +0000</pubDate>
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		<description>Pois é Luciana, também não sei porque esse assunto não gerou tanta repercussão no Brasil. E também acho estranho a pouca repercussão que esses dois trabalhos do Logothetis receberam. 
Mas acho perigoso culpar apenas os cientistas cognitivos. Como você mesmo disse, existem muitos trabalhos bons usando esse técnica, o problema é que os trabalhos que mais chamam a atenção da grande mídia nem sempre são os mais corretos metodologicamente! 
Enfim, tomara que essa onda de trabalhos criticando a técnica sirva para refinar os futuros trabalhos. 
Para quem quiser ler uma entrevista com Ed Vul, o site é http://www.sciam.com/article.cfm?id=brain-scan-results-overstated</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pois é Luciana, também não sei porque esse assunto não gerou tanta repercussão no Brasil. E também acho estranho a pouca repercussão que esses dois trabalhos do Logothetis receberam.<br />
Mas acho perigoso culpar apenas os cientistas cognitivos. Como você mesmo disse, existem muitos trabalhos bons usando esse técnica, o problema é que os trabalhos que mais chamam a atenção da grande mídia nem sempre são os mais corretos metodologicamente!<br />
Enfim, tomara que essa onda de trabalhos criticando a técnica sirva para refinar os futuros trabalhos.<br />
Para quem quiser ler uma entrevista com Ed Vul, o site é <a href="http://www.sciam.com/article.cfm?id=brain-scan-results-overstated" rel="nofollow">http://www.sciam.com/article.cfm?id=brain-scan-results-overstated</a></p>
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		<title>Por: Luciana Christante</title>
		<link>http://blog.sbnec.org.br/2009/02/a-ressonancia-magnetica-funcional-e-suas-discussoes/comment-page-1/#comment-41</link>
		<dc:creator>Luciana Christante</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Feb 2009 13:38:18 +0000</pubDate>
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		<description>Que bom ver alguém comentando esse tema. Tenho visto muita discussão em inglês, mas nada em português. Esse artigo do Vul é só a ponta do iceberg de deslumbramento que cerca os estudos de fMRI. O problema da correlação entre atividade hemodinâmica (BOLD) e atividade neuronal (spike activity) já foi muito bem mostrado num artigo de Nikos Logothetis em 2001 na Nature (www.nature.com/news/2001/010712/full/news010712-13.html) e que ele volta a discutir em 2008 também na Nature (www.scribd.com/doc/3634300/What-we-can-do-and-what-we-cannot-do-with-fMRI).

Por que isso não repercutiu? Provavelmente porque os cientistas cognitivos não entendam muito de neurofisiologia, assim como Vul mostrou agora que eles também não entendem muito de estatística. Também não é de hoje que alguns pesquisadores de áreas de humanas vêm chamando esse boom da fMRI de &quot;a nova frenologia&quot;. Felizmente, me parece que estamos caminhando para um amadurecimento dessa visão crítica, o que é extremamente importante considerando como esses estudos são retratados pela mídia.

Aqui tem um post muito interessante com alguns links para outros artigos que discutem o assunto (www.mindhacks.com/blog/2008/06/the_fmri_smackdown_c.html)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Que bom ver alguém comentando esse tema. Tenho visto muita discussão em inglês, mas nada em português. Esse artigo do Vul é só a ponta do iceberg de deslumbramento que cerca os estudos de fMRI. O problema da correlação entre atividade hemodinâmica (BOLD) e atividade neuronal (spike activity) já foi muito bem mostrado num artigo de Nikos Logothetis em 2001 na Nature (www.nature.com/news/2001/010712/full/news010712-13.html) e que ele volta a discutir em 2008 também na Nature (www.scribd.com/doc/3634300/What-we-can-do-and-what-we-cannot-do-with-fMRI).</p>
<p>Por que isso não repercutiu? Provavelmente porque os cientistas cognitivos não entendam muito de neurofisiologia, assim como Vul mostrou agora que eles também não entendem muito de estatística. Também não é de hoje que alguns pesquisadores de áreas de humanas vêm chamando esse boom da fMRI de &#8220;a nova frenologia&#8221;. Felizmente, me parece que estamos caminhando para um amadurecimento dessa visão crítica, o que é extremamente importante considerando como esses estudos são retratados pela mídia.</p>
<p>Aqui tem um post muito interessante com alguns links para outros artigos que discutem o assunto (www.mindhacks.com/blog/2008/06/the_fmri_smackdown_c.html)</p>
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